Arquivo de Novembro, 2005

Invenções
Novembro 30, 2005
Esquecimentos
Novembro 30, 2005Não sei se vos acontece com frequência, mas eu tenho um grave problema de memória (muuuuuuuiiiiiiiitttttttttttttttoooooooo selectiva)! O meu problema tem a ver com o facto de quando fui feito (há uns maravilhosos 33 anitos) não havia ainda discos com capacidade para Terrabytes e vai daí mamãe e papai colocaram o disco com mais espaço que havia na altura. Deve ter para aí uns 50 MB! O que na altura era um exagero.
No entanto, nos dias de hoje a informação é tanta que o rapaz pendura… deixa de processar convenientemente e obriga-me a zipar algum do conhecimento para que o restante possa ser processado. Ora o que acontece nestas situações é que por vezes me esqueço de algumas coisas que tenho para fazer no trabalho e ficam por entregar algumas bilhas a clientes mais exigentes. Hoje aconteceu um desses bloqueios no sistema operativo e confesso-vos que fico lixado com F quando isto acontece!
Tenho que falar com o Pai Natal para ver se o gajo não me arranja um dico novo… e já agora um update para o sistema operativo! Tenho para mim que ainda trabalho em DOS!

As vezes também te odeio!
Novembro 30, 2005Cá estou. Depois da fazer um post-homenagem ao meu avô dos mais bonitos que sempre escrevi, a intentar que ouça o telemovel.
Impossivel. O -ring ring- soa e ele que nao desliga. Agora o chamo de novo e nada!, o telemovel está desligado!!
Com certeza que ainda nao sabe que tecla carregar. Com certeza que ouviu o teléfono e sem saber se era a tecla vermelha ou a verde ou Deus sabe qual sentiu nervos e sem querer desligou o telemóvel… e agora nao sabe como volver a ligá-lo!
E eu que tenho que chamar. E eles que nao têm já teléfono fixo em casa… e agora que??
As vezes ele nao sabe que é a pessoa mais importante da minha vida, nessas manhas… mas também as vezes odeio que nao saiba arranjar os pequenos detalhes do século XXI!

As vezes também te odeio!
Novembro 30, 2005Cá estou. Depois da fazer um post-homenagem ao meu avô dos mais bonitos que sempre escrevi, a intentar que ouça o telemovel.
Impossivel. O -ring ring- soa e ele que nao desliga. Agora o chamo de novo e nada!, o telemovel está desligado!!
Com certeza que ainda nao sabe que tecla carregar. Com certeza que ouviu o teléfono e sem saber se era a tecla vermelha ou a verde ou Deus sabe qual sentiu nervos e sem querer desligou o telemóvel… e agora nao sabe como volver a ligá-lo!
E eu que tenho que chamar. E eles que nao têm já teléfono fixo em casa… e agora que??
As vezes ele nao sabe que é a pessoa mais importante da minha vida, nessas manhas… mas também as vezes odeio que nao saiba arranjar os pequenos detalhes do século XXI!

Para quem acha o golf demasiado enfadonho, alguns bons motivos para mudar de ideias
Novembro 29, 2005
Gif animado daqui.
Agora percebo por que é que todos querem chegar rapidamente ao buraco n.º 18.
E também começo a perceber o que querem dizer as expressões “abaixo do par” e “acima do par”.

Adorava…
Novembro 29, 2005
Foto: Mad
…conseguir captar sentimentos quando tiro fotografias.
Não só o sentimento das pessoas como aquilo que eu própria sinto quando capto uma imagem.

لديك كلّ قلبي
Novembro 29, 2005
Photo © Helge Fahrnberger
Siza
“Truth, tell me the truth
Since our children, our old, our wise and
nature itself
Don´t know evil
Truth, free your innocence.”
Música © Gabin Dabiré – Siza

Mais um post meloso …
Novembro 28, 2005… porque o mel, tomou conta das nossas vidas.

Foto: Nancy Fina

O marco
Novembro 28, 2005O caminho é percorrido em silêncio.
De vez em quando, um olhar furtivo, para verificar que não se está só.
O chão barrento prende os pés, difcultando a travessia.
De vez em quando, um barulho inesperado faz travar a marcha.
Olha-se em volta, nervosamente.
Nada acontece.
Terá sido um bicho qualquer.
O cansaço toma conta das pernas.
A água quase acabou.
Do naco de pão com mel nada sobrou.
Quanto caminho faltará percorrer?
De repente, ao longe, avistam o marco.
A ânsia de correr é muita.
Mas avançam lentamente, em silêncio.
Percorrem os últimos passos, cuidadosamente.
Passam pelo marco.
De um lado, a pátria-mãe.
Do outro lado, a pátria da esperança.
E na face um choro misto de sentimentos opostos.

