Arquivo de Abril, 2006

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Na procura de uma saída/entrada

Abril 30, 2006
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Na procura de uma saída/entrada

Abril 30, 2006

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Famafest 2006

Abril 30, 2006

benildeouavirgem.jpgFoto daqui

Maria Barroso apaixonou-se pelo Teatro ainda muito nova. Aos 19 anos era actriz de grande êxito no Teatro Nacional. Por dar voz a dramaturgos e poetas da liberdade foi afastada do palco. Mas participou ainda em vários filmes antes e depois do 25 de Abril. Ontem à noite, no decorrer da abertura oficial do festival, Maria Barroso, actriz, foi homenageada.

E também Graça Lobo. Vocês conhecem esta senhora! Ela diz que todos somos muitas pessoas ao mesmo tempo. Mais à frente neste festival vamos poder ver um documentário realizado por Frederico Corado sobre a mulher por trás da actriz.

AInda ontem começaram também a ser exibidos os primeiros filmes a concurso:
- “Maria Bethânia: Música é perfume”, de Georges Gachot
- “Movimentos perpétuos” de Edgar Pêra

Espero que tenham visto alguns dos filmes do Ciclo King Kong (por agora o de Merian C. Cooper & Ernest B. Schoedsack de 1933 e o de John Guillermin de 1968) ou do Ciclo Harold Pinter (O Alfaiate do Panamá, de John Boorman, ou Estranha Sedução, de Paul Schrader)… mas vai haver mais!

E por favor, quem puder não perca hoje mesmo estes inéditos do Ciclo Samuel Beckett (Pequeno Auditório da Casa das Artes):
15h00 – Waiting For Godot, de Michael Lindsay-Hogg; Rough Fot Theatre I, de Kieron J. Walsh; Ohio Impromptu, de Charles Strurruidge (com Jeremy Irons)
18h00 – Krapp’s Last Tape, de Atom Egoyan; What Where, de Damien O’Donnel; Footfalls, de Walter Asmus; Come And Go, de John Crowley; Act Without Words I, de Karel Reisz
21h30 – End Game, de Conor McPherson; Act Without Words II, de Enda Hughes; A Piece Of Monologue, de Robin Lefreve; Play, de Anthony Menghella; Rockbaby, de Richard Eire
24h00 – Happy Days, de Patricia Rosena; Catastrophe, de David Mamet (com Harold Pinter, Rebecca Pidgeon, John Gielgud); Rough Fot Theatre I, de Kathie Mitchell; That Time, de Charles Garrad

É claro que podem preferir a Agatha Christie ou Charles Dickens e nesse caso, só têm que deslocar-se à Biblioteca Municipal ou ao Auditário S. Miguel de Ceide (respectivamente).

É mesmo caso para dizer: querem mais? :) )

Até ao dia 6 de Maio, em Famalicão. Não percam este festival!

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Coisas giras que se podem fazer ao Sábado enquanto se espera pelo Crime do padre Amaro (é só pela história, nada mais)

Abril 29, 2006

A melhor de todas é ir à Wikipedia em português ou à Wikipedia em inglês, e pesquisar palavrões.
Eis seis belos exemplares: 1 2 3 4 5
e o melhor e mais informativo de todos: 6

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Coisas giras que se podem fazer ao Sábado enquanto se espera pelo Crime do padre Amaro (é só pela história, nada mais)

Abril 29, 2006

A melhor de todas é ir à Wikipedia em português ou à Wikipedia em inglês, e pesquisar palavrões.
Eis seis belos exemplares: 1 2 3 4 5
e o melhor e mais informativo de todos: 6

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Si me buscan…

Abril 29, 2006

feria.jpg

Feria de Abril de Sevilla.

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15 minutos de fama

Abril 28, 2006

almofada - niko guido.jpg
Foto: Niko Guido

Jornalista procura mulheres portuguesas (+ de 15 anos) disponíveis para falar/escrever sobre a sua sexualidade, sob total anonimato. Orientações, práticas, fantasias, a relação com o corpo, o desejo e o prazer. Os testemunhos serão reproduzidos num livro a publicar em 2oo7, pela editora Esfera dos Livros. A recolha de testemunhos implica um registo prévio das mulheres interessadas

Posso deixar, em público, o meu contributo.
Em matéria de fantasias sexuais, não me sinto muito diferente dos homens. Também eu, sonho com o clássico “ménage a trois”. Eu, com dois homens só para mim. Um para a cozinha, outro que saiba fazer a lida da casa.

Em privado e mais a sério se, a minha experiencia, as minhas ideias, o meu conhecimento sobre o assunto puderem interessar a alguém, ou só mesmo à Isabel Freire, terei todo o prazer em colaborar no livro e quem sabe, alcançar assim, os meus 15 minutos de fama.

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Forte

Abril 28, 2006

Forte_ceuta.jpg
Foto: Bilhas.

Pelos vistos foi construído por portugueses para defesa da preciosa praça de Ceuta. É o primeiro forte no mundo que teve um fosso navegável e neste capítulo apenas tem a concorrência de um outro (não sei se construção nossa) na América do Sul. Deste outro não conheço a localização exacta, mas o de Ceuta tinha a característica de ter o fundo completamente branco de tal forma que não era possível, à noite, qualquer embarcação ou pessoa por ali passar sem ser detectada pelos atentos vigias. Ainda hoje podemos ver as águas límpidas e sentir a maresia própria da ligação entre os grandes mares Mediterrâneo e Atlàntico.

Se forem a Ceuta num dia de sol e com tempo aproveitem para tomar uma “copa” na esplanada que fica no interior do Forte.

Bom fim de semana!

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Três .9

Abril 28, 2006

Três coisas que ficaram mais fáceis de fazer depois do 25 de Abril:

  • Conversar sem receios;
  • Festejar títulos em tons de azul e branco;
  • Falhar posts num blog colectivo (qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência).

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    Três .9

    Abril 28, 2006

    Três coisas que ficaram mais fáceis de fazer depois do 25 de Abril:

  • Conversar sem receios;
  • Festejar títulos em tons de azul e branco;
  • Falhar posts num blog colectivo (qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência).

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    Bom fim de semana

    Abril 28, 2006

    pascal renouxr.jpg
    Foto: Pascal Renoux

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    Eles não têm vergonha

    Abril 28, 2006

    - Não senhor deputado, isso que o senhor diz não é rigoroso. O senhor vai ter de me desculpar mas eu tenho dizer isto. Se alguém fodeu o país foram vocês nos três anos que nos antecederam – dizia com ar de muita propriedade o PM no parlamento.
    - É preciso ter lata e não ter um par de tomates no sítio para dizer isso – ripostou o líder do maior partido da oposição, o tal que tinha sido governo antes – os senhores deixaram-nos o país na mão como se deixa um bebé todo cagado a quem é preciso mudar a fralda. Vocês deixaram o país cheio de merda e continuam a produzir mais. Ou o senhor já não se lembra da porcaria que fez quando era ministro do governo que antecedeu o nosso?
    - Sr. Presidente peço a palavra para defender a honra do governo!
    - Bem, isso não é regulamentar mas, uma vez que somos do mesmo partido, está autorizado – palavras do presidente da assembleia, com a bonomia que lhe é característica.
    - Obrigado Sr. Presidente. O Sr. Deputado fala de um tempo atrasado em que o meu camarada Gut… bom não interessa o nome, teve de governar sem dinheiro, numa época em que as vacas nem leite em pó eram capazes de dar. Está é a esquecer-se que o actual PR, quando foi primeiro-ministro apoiado pelo seu governo recebia dinheiro e esbanjava dinheiro como se ele caísse do céu (aqui um aparte, caía mesmo). E quando todos pensavam que isto era o oásis que ele anunciava, nós já valíamos menos que um tuaregue a comer merda de camelo. Ó Sr. Deputado esteja caladinho que cada vez se enterra mais no lodo.
    - Agora sou eu que peço desculpa Sr. PM. O Sr., por acaso, está lembrado que antes do Prof ser governo…

    Nisto, um deputado de esquerda, submeteu uma moção à mesa com o seguinte teor:

    “Considerando que:
    1. O Sr. PM e o líder do maior partido da oposição, não param de se acusar um ao outro;
    2. Este leque de acusações mútuas já está a ser feito com uma retroactividade de quase 30 anos;
    3. Quer um quer outro, têm razão, nas acusações mútuas que estão a fazer;
    4. Quer o Governo, quer o maior partido da oposição correm o risco dos portugueses, mais década menos década virem a perceber que eles são os únicos responsáveis pelo cócó de país que temos e que se afigura venhamos a ter nos próximos 50 anos, se ainda houver país.
    5. Um apagão não gera desconfianças, excepto se forem as cegonhas a provocá-lo.

    Propõe-se que

    Seja desligada a corrente eléctrica e se termine de imediato a sessão.”

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    Eles não têm vergonha

    Abril 28, 2006

    - Não senhor deputado, isso que o senhor diz não é rigoroso. O senhor vai ter de me desculpar mas eu tenho dizer isto. Se alguém fodeu o país foram vocês nos três anos que nos antecederam – dizia com ar de muita propriedade o PM no parlamento.
    - É preciso ter lata e não ter um par de tomates no sítio para dizer isso – ripostou o líder do maior partido da oposição, o tal que tinha sido governo antes – os senhores deixaram-nos o país na mão como se deixa um bebé todo cagado a quem é preciso mudar a fralda. Vocês deixaram o país cheio de merda e continuam a produzir mais. Ou o senhor já não se lembra da porcaria que fez quando era ministro do governo que antecedeu o nosso?
    - Sr. Presidente peço a palavra para defender a honra do governo!
    - Bem, isso não é regulamentar mas, uma vez que somos do mesmo partido, está autorizado – palavras do presidente da assembleia, com a bonomia que lhe é característica.
    - Obrigado Sr. Presidente. O Sr. Deputado fala de um tempo atrasado em que o meu camarada Gut… bom não interessa o nome, teve de governar sem dinheiro, numa época em que as vacas nem leite em pó eram capazes de dar. Está é a esquecer-se que o actual PR, quando foi primeiro-ministro apoiado pelo seu governo recebia dinheiro e esbanjava dinheiro como se ele caísse do céu (aqui um aparte, caía mesmo). E quando todos pensavam que isto era o oásis que ele anunciava, nós já valíamos menos que um tuaregue a comer merda de camelo. Ó Sr. Deputado esteja caladinho que cada vez se enterra mais no lodo.
    - Agora sou eu que peço desculpa Sr. PM. O Sr., por acaso, está lembrado que antes do Prof ser governo…

    Nisto, um deputado de esquerda, submeteu uma moção à mesa com o seguinte teor:

    “Considerando que:
    1. O Sr. PM e o líder do maior partido da oposição, não param de se acusar um ao outro;
    2. Este leque de acusações mútuas já está a ser feito com uma retroactividade de quase 30 anos;
    3. Quer um quer outro, têm razão, nas acusações mútuas que estão a fazer;
    4. Quer o Governo, quer o maior partido da oposição correm o risco dos portugueses, mais década menos década virem a perceber que eles são os únicos responsáveis pelo cócó de país que temos e que se afigura venhamos a ter nos próximos 50 anos, se ainda houver país.
    5. Um apagão não gera desconfianças, excepto se forem as cegonhas a provocá-lo.

    Propõe-se que

    Seja desligada a corrente eléctrica e se termine de imediato a sessão.â€

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    pela calma da manhã, deixo-me levar

    Abril 28, 2006
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    pela calma da manhã, deixo-me levar

    Abril 28, 2006

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    imagem daqui