Arquivos para Maio 19th, 2006

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Fracos Reis

Maio 19, 2006

o rei vai nú.gif
Imagem descaradamente gamada ao marius70

‘Que um fraco Rei, faz fraca a gente forte’
Esta é a contundente fórmula poética do nosso imortal Camões para caracterizar a má liderança política. D. Fernando era o visado em Os Lusíadas, mas o que importa é o principio geral.

Quando levantarmos a voz contra os ‘fracos reis’ que nos governam, tenhamos a coragem de reconhecer neles a triste imagem da ‘fraca gente’ em que nos deixamos transformar”

Ensaio de
Viriato Soromenho Marques, in Visão

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Portugalidade é mais ou menos…

Maio 19, 2006

… como o Natal, é o que um gajo quiser que ela seja. Seja ela os três efes, Fado, Futebol e Fátima ao que a Karla juntou a Tourada neste post, ou seja, um final de tarde com os amigos a beber umas mines e a comer uns tremoços, ou as férias costumeiras de Agosto no Algarve, ou a ida ao shopping de fato de treino reluzente, ou a ida à feira semanal de Espinho ou de Custóias. Portugalidade pode ser também uma ida a Serralves, ou aos Jardins da Gulbenkian, ou ao Parque da Cidade. Para alguns também será a fila de trânsito para o emprego, a besta do gajo da frente que não anda, o gajo de trás que não percebe o quão bons condutores somos. Para outros ainda (talvez os mais observadores), portugalidade é sinónimo de Soraia Chaves, Isabel Figueira, Marisa Cruz ou qualquer uma das outras boazudas que por aí andam (as gajas que sugiram os catraios). Portugal pode ser muitas coisas. Muitas mais das que eu conseguia escrever e descrever aqui.

Para mim Portugalidade ou Portugal é uma coisa básica… é o meu País. Para o bem e para o mal!

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Portugalidade é mais ou menos…

Maio 19, 2006

… como o Natal, é o que um gajo quiser que ela seja. Seja ela os três efes, Fado, Futebol e Fátima ao que a Karla juntou a Tourada neste post, ou seja, um final de tarde com os amigos a beber umas mines e a comer uns tremoços, ou as férias costumeiras de Agosto no Algarve, ou a ida ao shopping de fato de treino reluzente, ou a ida à feira semanal de Espinho ou de Custóias. Portugalidade pode ser também uma ida a Serralves, ou aos Jardins da Gulbenkian, ou ao Parque da Cidade. Para alguns também será a fila de trânsito para o emprego, a besta do gajo da frente que não anda, o gajo de trás que não percebe o quão bons condutores somos. Para outros ainda (talvez os mais observadores), portugalidade é sinónimo de Soraia Chaves, Isabel Figueira, Marisa Cruz ou qualquer uma das outras boazudas que por aí andam (as gajas que sugiram os catraios). Portugal pode ser muitas coisas. Muitas mais das que eu conseguia escrever e descrever aqui.

Para mim Portugalidade ou Portugal é uma coisa básica… é o meu País. Para o bem e para o mal!

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Três .11

Maio 19, 2006

Três coisas para as quais já não há pachorra, ultimamente:

  • As escolhas de Scolari;
  • A Cowparade;
  • O Código da Vinci.

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    Três .11

    Maio 19, 2006

    Três coisas para as quais já não há pachorra, ultimamente:

  • As escolhas de Scolari;
  • A Cowparade;
  • O Código da Vinci.

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    Com a cabeça na tela

    Maio 19, 2006

    utp.jpg

    Aqui há uns dias atrás decidi comprar um brinquedo novo. Olhei para as prateleiras da despensa, para dentro de alguns armários, para umas estantes e achei que tinha de dar solução àquela montanha de cassetes desorganizadas, imensas, que ocupavam um espaço que eu talvez precisasse para algo mais interessante. Daí a tomar a decisão não foi mais que um instante, dirigi-me à Box e comprei um gravador de DVD. Transformei o meu pequeno escritório num estúdio, as cassetes outrora arrumadas (embora desorganizadas), estão agora desorganizadas e desarrumas aos montes no meu espaço, mas as gravações começaram. Depois, é aquele dilema de se regravar ou não certas coisas, coisas que sabemos que não são para ver mais, eram coisas de momento que se aproveitava para registar. Estou-me a lembrar das séries da Playboy que a SIC transmitia e que eram novidade antes do aparecimento da TV por cabo, dos desenhos animados, antes do Panda, do Disney Channel, do Cartoon Network e do Nikleodeon, dos documentários antes do Odisseia, do Discovery e do National Geographic, eram os clips antes da MTV, do VH1, do MCM e até finais de taças de campeões antes da SportTV, do Eurosport e principalmente da RTP Memória. Por isso algumas dessas não vai ser recopiadas, mas em contrapartida e apesar da panóplia de canais de cinema da Lusomundo, do Hollywood, do AXN, do FOX and so on, as cassetes de filmes antigos tenho estado a passá-las todas. E é tão bom rever o Lenny do Bob Fosse, o Birds do Hitchcock, o 1900 do Bertoluci, Os Momentos de Glória do Hugh Hudson, o A Chorus Line do Richard Attenborough, A lista de Schindler do Spielberg e tantos outros, que fico agarrado ao pequeno écran e até me esqueço das horas em que devia escrever o post aqui no nosso espaço. Espero que pelas escolhas eu esteja perdoado e que não se lembrem de me seviciar. Caso contrário, às meninas do ante-et-post, ofereço uma cópia do Último Tango em Paris e aos rapazes, uma do Dragão Ataca. E depois quero ver quem é que é o seviciado!

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    Com a cabeça na tela

    Maio 19, 2006

    utp.jpg

    Aqui há uns dias atrás decidi comprar um brinquedo novo. Olhei para as prateleiras da despensa, para dentro de alguns armários, para umas estantes e achei que tinha de dar solução àquela montanha de cassetes desorganizadas, imensas, que ocupavam um espaço que eu talvez precisasse para algo mais interessante. Daí a tomar a decisão não foi mais que um instante, dirigi-me à Box e comprei um gravador de DVD. Transformei o meu pequeno escritório num estúdio, as cassetes outrora arrumadas (embora desorganizadas), estão agora desorganizadas e desarrumas aos montes no meu espaço, mas as gravações começaram. Depois, é aquele dilema de se regravar ou não certas coisas, coisas que sabemos que não são para ver mais, eram coisas de momento que se aproveitava para registar. Estou-me a lembrar das séries da Playboy que a SIC transmitia e que eram novidade antes do aparecimento da TV por cabo, dos desenhos animados, antes do Panda, do Disney Channel, do Cartoon Network e do Nikleodeon, dos documentários antes do Odisseia, do Discovery e do National Geographic, eram os clips antes da MTV, do VH1, do MCM e até finais de taças de campeões antes da SportTV, do Eurosport e principalmente da RTP Memória. Por isso algumas dessas não vai ser recopiadas, mas em contrapartida e apesar da panóplia de canais de cinema da Lusomundo, do Hollywood, do AXN, do FOX and so on, as cassetes de filmes antigos tenho estado a passá-las todas. E é tão bom rever o Lenny do Bob Fosse, o Birds do Hitchcock, o 1900 do Bertoluci, Os Momentos de Glória do Hugh Hudson, o A Chorus Line do Richard Attenborough, A lista de Schindler do Spielberg e tantos outros, que fico agarrado ao pequeno écran e até me esqueço das horas em que devia escrever o post aqui no nosso espaço. Espero que pelas escolhas eu esteja perdoado e que não se lembrem de me seviciar. Caso contrário, às meninas do ante-et-post, ofereço uma cópia do Último Tango em Paris e aos rapazes, uma do Dragão Ataca. E depois quero ver quem é que é o seviciado!

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    fim de semana à porta

    Maio 19, 2006
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    fim de semana à porta

    Maio 19, 2006

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    foto: aNa