
Aqui há uns dias atrás decidi comprar um brinquedo novo. Olhei para as prateleiras da despensa, para dentro de alguns armários, para umas estantes e achei que tinha de dar solução àquela montanha de cassetes desorganizadas, imensas, que ocupavam um espaço que eu talvez precisasse para algo mais interessante. Daí a tomar a decisão não foi mais que um instante, dirigi-me à Box e comprei um gravador de DVD. Transformei o meu pequeno escritório num estúdio, as cassetes outrora arrumadas (embora desorganizadas), estão agora desorganizadas e desarrumas aos montes no meu espaço, mas as gravações começaram. Depois, é aquele dilema de se regravar ou não certas coisas, coisas que sabemos que não são para ver mais, eram coisas de momento que se aproveitava para registar. Estou-me a lembrar das séries da Playboy que a SIC transmitia e que eram novidade antes do aparecimento da TV por cabo, dos desenhos animados, antes do Panda, do Disney Channel, do Cartoon Network e do Nikleodeon, dos documentários antes do Odisseia, do Discovery e do National Geographic, eram os clips antes da MTV, do VH1, do MCM e até finais de taças de campeões antes da SportTV, do Eurosport e principalmente da RTP Memória. Por isso algumas dessas não vai ser recopiadas, mas em contrapartida e apesar da panóplia de canais de cinema da Lusomundo, do Hollywood, do AXN, do FOX and so on, as cassetes de filmes antigos tenho estado a passá-las todas. E é tão bom rever o Lenny do Bob Fosse, o Birds do Hitchcock, o 1900 do Bertoluci, Os Momentos de Glória do Hugh Hudson, o A Chorus Line do Richard Attenborough, A lista de Schindler do Spielberg e tantos outros, que fico agarrado ao pequeno écran e até me esqueço das horas em que devia escrever o post aqui no nosso espaço. Espero que pelas escolhas eu esteja perdoado e que não se lembrem de me seviciar. Caso contrário, às meninas do ante-et-post, ofereço uma cópia do Último Tango em Paris e aos rapazes, uma do Dragão Ataca. E depois quero ver quem é que é o seviciado!
Read the rest of this entry ?