Para os bons e maus momentos (certamente os primeiros serão muito mais)!
PS: Eu e a mamã Bilhas queríamos agradecer a todos pelas mensagens, telefonemas, visitas e tudo e tudo e tudo! Thanks!

Para os bons e maus momentos (certamente os primeiros serão muito mais)!
PS: Eu e a mamã Bilhas queríamos agradecer a todos pelas mensagens, telefonemas, visitas e tudo e tudo e tudo! Thanks!

Pode ser vermelho deste?

Foto: Daqui.
PS: convém o gajo (ou gaja… se bem que eu preferia gajo e prontos) se ir habituando às cores bonitas. Não se preocupem que eu depois explico-lhe que os maléficos senhores comunistas utilizaram esta linda côr sem pedir autorização ao Glorioso, à Ferrari e à Vodafone!


… mas o espectáculo foi cancelado. A nova data ainda não foi anunciada. Ficamos com mais tempo para nos familiarizarmos com esta fusão de sons e para aprender a dança do ventre (de que ela é especialista)!
Casa da Música (site)


Devo um pedido de desculpas aos meus colegas do Ante e Post e principalmente aos meus leitores fieis (que sei serem vários milhões). Na verdade, é pressuposto que às segundas, terças e sextas-feiras eu entre em contacto convosco e debite na tela algo que considere interessante partilhar. Faltei aos dois últimos compromissos e se não fosse caricato poderia parecer uma desculpa de mau pagador. Acreditem ou não, esqueci-me. Mas é que me esqueci mesmo. Só há pouco, quando dei conta que hoje é quarta-feira e algo me parecia estranho na rotina, é que descobri do que se tratava. Eu não tinha escrito os meus devidos posts. E perguntam agora vocês, queridas leitoras e queridos leitores, o que se andará passando em de tão complicado na mente do PreDatado que ele se esquece de postar. Interrogar-se-ão da origem da amnésia, conjecturarão sobre eventuais AVCs, perguntarão se terá tido algum acidente que o tenha deixado em profundo estado letárgico, ou, os mais optimistas, crerão que talvez lhe tenha saído o Euromilhões e o moço até se esquece que há mais vida para além da Santa Casa. Posso afiançar-vos que não me aconteceu nada de extraordinário e para prová-lo decidi contar-vos o que na verdade se passa. O meu problema é que me esqueci do que ía contar e por isso
PS. Esqueci-me do que ía escrever a seguir ao “por isso”. Ficamos assim.

La passione – Chris Rea
O ano de 1961 foi especial para a Ferrari. Com o novo motor 156 sharknose, a Scuderia sagrou-se campeão do mundo, vencendo 5 dos 8 Grande Prémios da temporada. No campenato de pilotos, ao volante de um Ferrari, Phill Hil foi o primeiro norte-americano campeão do mundo.
Mas a época ficou manchada pela morte do mítico conde alemão Wolfgang Von Trips e de 14 espectadores no circuito de Monza.
À “boa maneira” da Ferrari, os 156s, foram destruidos no fim da época.
La passione, o filme
Em 1996, Chris Rea, grande Tiffosi Ferrari, manda construir uma réplica do 156 Sharknose e produz a banda sonora e o filme.
Com alguns apontamentos auto-biográficos, o filme conta a história de uma criança filha de emigrante italianos, que ao ver na TV o Grande Prémio do Mónaco, fica fascinado pelos carros vermelhos e pelo conde alemão, que vivia num castelo. Toda a sua vida se vai desenrolar no sentido de um dia voltar a Itália e conduzir um Ferrari.
Não vi o filme, mas tem uma banda sonora fabulosa, onde a voz rouca de Chris Rea se junta à de Shirley Bassey, onde cada faixa do disco, num estilo musical que vai do disco sound, à valsa, à musica latina, a trechos instrumentais com orquestra sinfónica, mostram a versatilidade de Chris Rea e a sua capacidade de nos transmitir uma paixão, através de outra. Os carros e a música.


pegando na deixa do Jorge, trago-vos hoje a minha experiência não federada.
todas jogámos futebol. umas de onze, outras futsal. e tudo começou por uma brincadeira de nos inscrevermos numa maratona de verão.
de início só jogávamos. agora, fazemos questão de nos encontrarmos uma vez por semana, para descarregarmos o nosso mau feitio na bola e nas amigas.
fartas das regras a que estivémos sujeitas enquanto jogadoras, neste momento somos a anti-equipa. só reconhecemos as regra do jogo – porque tem mesmo que ser! – e a solidariedade em campo. vestimo-nos todas de forma diferente, só as cores é que são iguais. de quando em vez há quem arranje umas camisolas, como na foto acima, para parecermos uma equipa a sério! mas tratamos logo de fazer uma foto que arrasa com essa postura.
quando tivémos de dar nome à equipa, para a incrição na maratona, alguém lançou o nome de Xutos e Pontapés e assim ficou! temos direito a convites para maratonas sem pagamento prévio de inscrição. só porque fazemos daquilo uma festa.
para quem esteve ligado ao desporto federado tantos anos, como todas nós, só faz sentido que seja assim, agora.
somos todas amigas, o que facilita esta desinformalização da coisa! e a propósito da bola, fazemos sempre grandes jantaradas onde acabamos por reforçar, de forma que só o tempo vai mostrando, a nossa amizade e cumplicidade.
na foto, penso que não é difícil dar comigo – nos aquecimentos, estou um minuto a fazer exercícios, e dois a descansar!

Obrigada, miúda.
Adorei, adorei mesmo.
Montes de obrigadas e montes de beijos!
PS:Podias ter mandado um Diário do Alentejo, mais recente!
)
Podem seguir para Bingo!

Duas coisas em que a Monarquia perde, na minha opinião, para a República (para que não digam que eu sou intransigente na defesa de algumas coisas). Afinal é meramente uma questão de gosto (nos dois casos que apresento, claro)!
Bandeira da Monarquia

Imagem: Wikipedia
Bandeira da República

Imagem: Wikipedia
A República está em clara vantagem no que a mim diz respeito. É sabido que eu prefiro o vermelho, e até um bocadinho de verde, do que azul e branco. No que diz respeito aos símbolos centrais estamos falados, não é? Numa e noutra só temos símbolos relacionados com a monarquia! (tungas!)
Hino da Monarquia
Podem ler aqui a letra do Hymno da Carta (bem como outras informações).
Hino da República
Podem ler aqui a letra da Portuguesa. (para os que ainda não sabem)*.
Uma vez mais vantagem para a República. É o único que eu sei cantar e que se liga à minha história de vida. Aliás como podem verificar nas informações que o Portal do Governo nos dá sobre este assunto, o hino nacional só começou a ser prática comum no século XIX e, desta forma, não houve grande tempo, ou condições, para se encomendar um hino como o país merecia (ou não) na altura.
*Eu sei e canto (quer dizer… tento fazê-lo segundo as possibilidades das minhas cordas vocais) quando é entoado nas mais diversas cerimónias!
PS: Obrigado pela inspiração Lilly! Não fosse o teu post aqui em baixo e hoje dificilmente sairia alguma coisa.