
Foto: Eugenio
“Eu amo a vida, senhor Presidente. A vida é a mulher que te ama, o vento nos cabelos, o sol no rosto, um passeio nocturno com um amigo. Vida é também a mulher que te deixa, um dia de chuva, o amigo que te trai. Não nasci melancólico nem maníaco-depressivo – morrer faz-me horror, mas aquilo que me resta já não é vida – é só um insensato encarniçamento em manter activas as funções biológicas. O meu corpo já não é meu…”
Piergiorgio Welby, de 60 anos, a sofrer de distrofia muscular há décadas
Só quem ama vida, tem esta capacidade de a entender.
Muitos de nós, os que temos poder sobre as nossas acções, sobre a nossa vontade, sobre as nossas decisões, vivemos a vida e morremos, sem nunca a ter vivido.
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