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Mensagem nada súbtil à Weblog
Dezembro 13, 2006A PACIÊNCIA TEM LIMITES!!!
P.S. Também se escreve com chapeuzinho no e, mas isso não vem ao caso…

Sarah e esse mundo maravilhoso dos museus
Dezembro 6, 2006O título poderá ser, de alguma forma, enganador, mas adverte-se desde já o leitor deste post que não estamos a criar nenhuma nova personagem de um qualquer filme de John Lasseter.
Na impossibilidade de colocar uma imagem da Procissão de Sarah Affonso referida neste post e depois neste, por motivos completamente alheios à minha vontade (não encontrei a referida pintura disponível on-line), pensei que seria bom fazer a apologia a uma visita de carne e osso a um dos sítios onde poderão ver algumas das obras desta autora. Para quem não conhece (o que desde já acho quase imperdoável) o Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão (CAM para os amigos e para facilitar a escrita) é uma instituição criada pela Gulbenkian, em 1983, para acolher a sua colecção de arte moderna. Está localizado num dos locais mais aprazíveis de Lisboa (jardins da Fundação) e tem excelentes iniciativas educativas destinadas a toda a família. Por isso, meus caros, toca de largar um pouco esse monitor e levantar o pacote da cadeirinha e ir até Lisboa regalar os olhos com obras da referida autora ou, por exemplo, com a excelente exposição sobre Amadeo de Sousa Cardozo que está presente nas galerias da sede.
Ao mesmo tempo, regalam as vistas, não com os milhões de pixels dos belíssimos CRT, LCD, TFT, Plasmas, etc… que têm em frente aos olhos neste preciso momento, mas sim com as verdadeiras obras e contribuem para o crescimento do público desse maravilhoso mundo que são os museus*!
Ahh… e lembrem-se sempre que o sedentarismo pode ser fatal. Já vi fósseis em museus que começaram por estar quietinhos durante uns momentos, ok?
* Se lerem o Público de hoje vão encontrar uma boa notícia para os museus. Finalmente está a aumentar o público destas instituições!

A vida irritantemente simples de Zeca Lado (1.º mini-episódio)
Dezembro 4, 2006Zeca Lado tem uma vida irritantemente simples. Não tem rasgos de génio, daqueles que o imortalizariam para sempre na memória colectiva. Apenas uma existência irritantemente simples. Daquelas que jamais dariam para escrever uma história, nem sequer uma mini-história, composta por vários mini-episódios.
Hoje, Zeca acordou do lado errado da cama. Digo isto literalmente, dado que uma noite de copos fez com que a parte de baixo da cama lhe parecesse mais acolhedora do que a de cima.
Olhou para cima e viu o velho estrado em tabopan, ornado com alguns pequenos buracos. Pensou ir buscar algumas taliscas de madeira para cobrir os ditos buracos, mas lembrando-se da anterior tentativa falhada de pregar um prego na parede para pendurar um quadro, decidiu usar cartolina e cola.
- Essas térmitas pensavam que me ganhavam! – exclamou de alegria, perante a obra feita.
(reposição, a pedido de várias famílias, dos primeiros 5 mini-episódios, publicados anteriormente no 6 em 1 & algo +, e continuação…)

¡Feliz cumpleaños, Dani!
Outubro 28, 2006
Foto Dani (sim, o mesmo da foto)
Agora é a tua vez.
Muitos parabéns!
Como já tens bolo, aqui vai o champanhe.
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Foto daqui.
Tchim-tchim.
À NOSSA!
À VIDA!

Mil e quinhentos
Outubro 12, 2006
Foto: Rick Lundh
1500. Dizem que foi o ano em que Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil. 1500 foi também o ano em que nasceu Ana Bolena, a segunda mulher de Henrique VIII. Poderão ver como era o mapa da Europa no ano de 1500. Ou até a sua distribuição religiosa. Uma das nossas operadoras de telefonia celular tem o serviço 1500, que é um serviço noticioso. E quando 15 dias faltavam para findar o ano de 1500, fina-se o cronista Pêro Vaz de Caminha. Poderiamos estar aqui horas a falar de 1500 e depois partir em alta velocidade na nossa Kawasaky 1500. Mas não, não nos vamos embora, ficamos mesmo por aqui. Na verdade, só queríamos dizer que este é o post 1500 do Ante-et-Post.
Brummmmm sempre a abrir!

Trazer-te
Outubro 7, 2006
Foto: Herb Ritts
Fazer amor contigo
não é espelhar teu corpo nu
no vítreo do meu espaço
não é sentir-me possuída
ou possuir-te
É ir buscar-te
ao abismo de milénios de existência
e trazer-te livre.
Manuela Amaral






